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Profecia
Ao receber ontem uma medalha no TCE, o deputado Roberto Magalhães (DEM) saudou o desembargador federal do TRT da 5ª região, Manoel Ehardt, que é natural de Gravatá e compunha a mesa de autoridades, com essas palavras: “Não perdi ainda a esperança de vê-lo atuando no Superior Tribunal de Justiça”.
R$ 475 milhões em obras para PE
As sugestões de emendas apresentadas por Pernambuco para o Orçamento Geral da União (OGU) de 2011 superam os R$ 475 milhões. Das 19 que serão enviadas para a União, seis foram definidas durante encontro com a bancada federal pernambucana em Brasília, na tarde de ontem. O governo do estado sugeriu quatro, a Prefeitura do Recife uma e, em conjunto, os deputados André de Paula, Roberto Magalhães e Raul Henry, apresentaram outra. A reunião foi coordenada pelos deputados Pedro Eugênio (PT) e Carlos Eduardo Cadoca (PSC).
Homenagens no TCE
O ex-governador e deputado federal Roberto Magalhães (DEM) é um dos sete homenageados pelo Tribunal de Contas do Estado, que serão agraciados hoje com a Medalha do Mérito Nilo Coelho. Antes haverá a solenidade de aposição da placa do auditório governador Carlos Wilson.
Magalhães apresenta Projeto de Lei para impedir abusos de chefes dos Poderes Executivos nas eleições
Frente à participação ostensiva do presidente Lula nas disputas eleitorais (estaduais e federal) deste ano, os deputados federais Roberto Magalhães (DEM/PE) e Paulo Bornhausen (DEM/SC) apresentaram nesta terça-feira (9/11), na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei (PL) nº 7839/2010 que visa regulamentar a participação do chefe dos Poderes Executivos em campanhas eleitorais. O objetivo principal da proposta, segundo Magalhães, é preservar o decoro e a dignidade do cargo, bem como proteger a igualdade entre os candidatos.
Existe democracia sem oposição?
O mote principal da campanha da candidata Dilma é a continuidade do Governo Lula e acredito que o eleitor despertou para o perigo que essa continuidade pode representar para a democracia. (…) O que aconteceu recentemente na Casa Civil com a ex-ministra Erenice Guerra – braço direito da candidata Dilma e por ela indicada para o cargo – nada mais é do que a continuidade do que aconteceu com o então ministro José Dirceu, na mesma Casa Civil (caso Waldomiro Diniz). Diante disso, cabe perguntar: o eleitor também vai concordar com essa continuidade?
Os excessos de Lula
O Jornal do Commercio publica artigo do Deputado Federal Roberto Magalhães com duras críticas à interferência do presidente Lula na campanha à Presidência da República deste ano. Magalhães compreende que a participação de Lula na corrida eleitoral faz parte do jogo democrático, entretanto, o parlamentar pernambucano ressalta que o presidente deve “preservar a dignidade do cargo e pautar-se nos limites do ordenamento jurídico”. De acordo com o deputado federal, esse não tem sido o comportamento de Lula nestas eleições. “Sem qualquer constrangimento e menosprezando a liturgia do cargo ele atua com a obsessão para eleger o seu sucessor. Na estratégia do presidente a campanha é um vale tudo para alcançar a vitória e preservar o poder”, sentencia Roberto Magalhães.
Magalhães concede entrevista ao Jornal do Commercio: “Serra cometeu um erro grave ao elogiar Lula”
Embora reconheça as dificuldades vividas pelos dois aliados [Jarbas Vasconcelos (PMDB) e Marco Maciel (DEM)], ele evita fazer críticas à condução da campanha ou aos “traidores”, sobretudo do PSDB. Mas solta o verbo com relação a José Serra, Dilma Rousseff e o presidente Lula. Conhecido pela franqueza, ele diz que o tucano errou feio ao atacar a petista mas poupar o presidente. “Melhor não ser candidato assim”. O ex-governador recebeu a reportagem em seu escritório de advocacia para falar sobre o futuro “sem estresse” que planeja para si a partir de janeiro, quando deixar o Congresso Nacional. Que, aliás, também é duramente atacado pelo corporativismo danoso e por ter deixado de votar a reforma política. Magalhães adverte, por fim, que a Lei da Ficha Limpa vai precisar de revisões porque, embora represente um avanço, está longe de acabar com a corrupção, graças às muitas brechas colocadas no texto para que fosse aprovado.
Relações Exteriores aprova acordo turístico com Israel
Em seu parecer favorável, o relator Roberto Magalhães diz haver imenso potencial para esse intercâmbio turístico, embora ele ainda seja incipiente, em razão de fatores como a distância e o custo da viagem. Em 2008, cita o relator, 31 mil brasileiros viajaram a Israel, um aumento de 55% em relação ao ano anterior. No mesmo ano, 38 mil israelenses vieram ao Brasil, crescimento de quase 5% em relação a 2007.
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