Colunista recorda que Magalhães extinguiu pensão a ex-governadores de Pernambuco

Quando governador de Pernambuco, Magalhães acabou com o "benefício". Foto: Saulo Cruz/Sefot/Secom

Quando governador de Pernambuco, Magalhães acabou com o

Casos de pensão

Analista político e dono de memória privilegiada, o editor assistente de Política deste Diario de Pernambuco, Zadock Castelo Branco, que honra esta Coluna com leitura acurada e diária, colocou sua lupa no comentário de terça-feira – “Afeto que se encerra” – e fez a correção devida: O autor da emenda que extinguiu a pensão vitalícia a ex-governadores, em Pernambuco, não foi o falecido Carlos Wílson Campos, mas o seu antecessor Roberto Magalhães, que governou o estado entre 1983 e 1986. Zadock tem inteira razão e ao colunista resta pedir desculpas.

Reprodução da coluna.

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Foi Roberto Magalhães quem assinou o decreto extinguindo a mordomia da pensão vitalícia aos governadores e Cali, o primeiro a aceitá-la. Pernambuco, aliás, é um dos poucos estados a não arcar com essa despesa. A grande maioria dos estados brasileiros continua com a mordomia estimada em R$ 3 milhões por mês, paga pelo contribuinte, a quem cabe bancar as pensões vitalícias para ex-governadores ou suas viuvas, quando o distinto morre. O assunto voltou à cena, recentemente, com o esperto Zeca do PT, ex-governador do Mato Grosso do Sul, estado que tinha acabado com o benefício em 1989.

Diferente da grande maioria dos brasileiros que pena para conseguir a aposentadoria, depois de trabalhar e contribuir para a Previdência durante 35 anos, Zeca do PT, após apenas quatro anos, quer integrar a turma de quase uma centena de ex-governadores, ou suas viúvas, de 19 estados, que continuam mamando nas tetas oficiais. É o “Bolsa-da-Viuva”.

Fonte: Diario de Pernambuco/coluna Diario Econômico

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Deputado Federal Roberto Magalhães